Quinta de urgência
Classificação de risco em cores
O que cada cor indica, quem classifica pela Res. Cofen 661/2021 e por que a cor pode mudar na espera.
Para que serve
- Define a ordem do atendimento pelo potencial de gravidade ou de agravamento da queixa
- Atende por gravidade, não por ordem de chegada
- É ferramenta de inclusão: não serve para mandar ninguém embora sem atendimento
Cores, não números
MS (2009) recomenda:
- No mínimo 4 níveis (exemplo do MS: vermelho, amarelo, verde e azul)
- Usar cores, e não números
- Registrar a cor na ficha de atendimento, e não no usuário, porque a classificação pode mudar
Quem classifica: Cofen 661/2021
- Na equipe de enfermagem, é privativa do enfermeiro
- Exige capacitação específica no protocolo da instituição e consultório adequado
- Tempo médio de 4 minutos por classificação, até 15 por hora
- Sem outras atividades ao mesmo tempo
A cor pode mudar
- A classificação é dinâmica
- Reavaliar quem ainda não foi atendido e quem passou do tempo de espera do protocolo
- O tempo-alvo de cada cor está no protocolo da instituição
O erro que derruba na prova
Dizer que o técnico de enfermagem classifica o risco.
- Na equipe de enfermagem, classificar é privativo do enfermeiro (Cofen 661/2021). O técnico acolhe, afere sinais vitais, encaminha e fica atento à reclassificação
Na UBS também
Caderno de Atenção Básica nº 28 (2013), demanda espontânea:
- Situação aguda: atendimento imediato, prioritário ou no dia
- Situação não aguda: orientação, ações de protocolo ou agendamento
- Podem ser representados por cores, como na urgência
Fontes
- Ministério da Saúde. Acolhimento e classificação de risco nos serviços de urgência. Série B. Brasília, 2009.
- Ministério da Saúde. Acolhimento à demanda espontânea. Cadernos de Atenção Básica nº 28, v. 1. Brasília, 2013.
- Cofen. Resolução nº 661, de 9 de março de 2021 (classificação de risco).
- HUAB-UFRN/Ebserh. PRT.UPS.003 Acolhimento com classificação de risco nas urgências obstétricas, ginecológicas e neonatais. 2021.